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DH, da banda Cine, é o campeão da 'Fazenda 7'

Fiasco de audiência e sem grandes nomes no elenco, "A Fazenda 7" consagra DH como campeão

Fiasco de audiência e sem grandes nomes no elenco, "A Fazenda 7" consagra DH como campeão
Foto: Divulgação TV Record
Por DANIELA TEIXEIRADH foi o grande vencedor de "A Fazenda 7". A final do reality rural da Record, que chegou ao fim na madrugada desta quinta-feira (11) sem conseguir impressionar na audiência, foi disputada pelo vocalista da banda Cine, por Babi Rossi e por Heloísa Faissol. 

O músico conquistou 44,38% da preferência popular.A segunda colocação ficou com a ex-Panicat, com 37,05% dos votos, cujos fãs movimentaram as redes sociais durante a semana e fizeram com que ela despontasse como a grande favorita ao prêmio de R$ 2 milhões. 

Já para a socialite carioca, que havia dito, durante a tarde da última quarta-feira (10), que era impossível o cantor ganhar a disputa, sobrou a terceira posição, com 18,57% na votação.DH, aliás, passou ileso pelo programa. 

Sem ser indicado para nenhuma Roça, permaneceu até a final sem conseguir especular sua popularidade com o público. Palco de muitos barracos - nada, é claro, que chegasse aos pés da 'guerra de cuspes' entre Andressa Urach e Matheus Verdelho na temporada passada -, a sétima edição de "A Fazenda" não conseguiu garantir bons números de audiência e oscilou entre 8 e 10 pontos. 

Apenas em sua estreia, no dia 14 de setembro, conseguiu marcar seu recorde: 12 pontos no Ibope da Grande São Paulo. Para se ter uma ideia da derrocada, "A Fazenda 1", por exemplo, chegou a atingir os 21 pontos - cada ponto, vale destacar, corresponde a 65 mil domicílios. A atração, aliás, voltou a chamar atenção por suas gafes ao vivo, erros durante provas importantes e, obviamente, pelas atitudes intempestivas de Britto Jr. 

Nesta edição, o apresentador deixou o público sem entender nada ao reclamar, na transmissão do dia 27 de setembro, de gritos em seu ouvido. "Espera aí! Vai continuar gritando? Vai continuar gritando? Vai para o intervalo e depois a gente fala sobre isso", esbravejou na ocasião.Quem assistia ao reality logo deduziu que se tratava de uma discussão entre o jornalista e o diretor do projeto, Rodrigo Carelli, uma vez que Britto deu a entender que os tais berros vinham de seu ponto eletrônico.

Dois dias depois, não se sabe se para abafar as especulações, Carelli garantiu que o apresentador se referia aos gritos dos competidores: "Foi uma falha na comunicação. Os participantes estavam gritando, mas o áudio deles não estava aberto para o público, só para o Britto. 

Quem assistiu viu só o Britto falando, mas, na verdade, ele estava falando com os peões mesmo”.Outro que também ganhou destaque foi o ex-Menudo Roy Rosselló, que precisou deixar o programa para prestar depoimento na polícia e pagar uma dívida de pensão alimentícia atrasada. 

No episódio, a direção do reality optou por cancelar a Roça que o veterano disputava com Heloísa Faissol, acompanhou o famoso até a delegacia - para que ele não recebesse informações a respeito do programa -, e o porto-riquenho pôde permanecer no jogo.Além disso, o cantor revelou no confinamento ter sido vítima de abuso sexual por parte do criador do grupo Os Menudos, Edgar Díaz. 

O assunto, como não poderia deixar de ser, repercutiu internacionalmente.Polêmicas e casos de polícia à parte, a temporada da atração, embora prometesse "grandes nomes do cenário nacional" - como Britto Jr. chegou a anunciar -, contou apenas com integrantes quase desconhecidos ou já há algum tempo fora da mídia.

Talvez por esse motivo ou pela "maneira Record de ser", que costuma mudar ou 'atualizar' regras de última hora e, com isso, confunde e irrita os telespectadores, o projeto não engrenou e foi apenas morno ao longo dos meses.Apesar do fiasco, a turma da Barra Funda não se deu por vencida e já garantiu uma nova edição: "Pelo grande sucesso, eu informo: teremos mais uma temporada em 2015!", anunciou o apresentador no encerramento da transmissão.

Com a "Fazenda 8" decretada, agora nos resta aguardar e torcer para que o canal dos bispos tenha alguma carta na manga para reformular o programa e torná-lo mais atrativo para quem está do outro lado da telinha. Enquanto isso, que venha o "Big Brother Brasil 15"!

Fonte: Msn Brasil - 11/12/2014

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Prefeitura de Santos "devolve" moradores de rua para Suzano

Prefeitura de Santos "devolve" moradores de rua para Suzano

Prefeitura de Santos "devolve" moradores de rua para Suzano
Divulgação
Quatro moradores de ruas de Suzano levados para Santos foram trazidos de volta ontem à cidade. Estas pessoas foram identificadas e estavam em um abrigo municipal no Litoral. Dois deles são de Suzano e os outros dois, de Ribeirão Preto. 

Os demais também serão transportados, porém ainda sem data definida.

A Secretaria de Assistência Social de Santos informou que os dois suzanenses abrigados alegaram o desejo de retornarem ao município, onde têm parentes. 

O transporte foi realizado pela pasta santista depois que um técnico realizou entrevista e fez contato com a rede de proteção, familiares ou pessoas de referência. Outros quatro moradores ainda estão sendo identificados e passarão pelo processo de entrevista. Somente após estes procedimentos eles serão trazidos de volta a Suzano ou para a cidade de origem.

A secretária de Assistência Social de Santos, Rosana Russo, está acompanhando esta situação e explica que estes moradores de rua terão a assistência necessária."A secretaria não faz esse tipo de política. Vamos atender essas pessoas conforme suas necessidades, como sempre fazemos".

Fonte: Diário de Suzano - 11/12/2014

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Sabesp quer captar água da Ponte Nova para elevar o Spat

Sabesp quer captar água da Ponte Nova para elevar o Spat

Objetivo é que o volume do reservatório de Salesópolis ajude a encher as demais represas do sistema da região


Sabesp quer captar água da Ponte Nova para elevar o Spat
Barragem é a que conta com maior volume de água e pode
ajudar a evitar seca nas demais represas / Foto: Daniel Carvalho
Embora o Sistema Produtor Alto Tietê (Spat) tenha registrado baixa histórica no nível dos reservatórios que abastecem mais de 4 milhões de pessoas, o presidente do Subcomitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê e prefeito de Salesópolis, Benedito Rafael da Silva (PR), descartou a possibilidade de colapso nas barragens da região. 

Ele afirma que a reserva disponível hoje está dentro do previsto. Por outro lado, para evitar que em 2015 a população fique sem água, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) solicitou ao Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) uma autorização para a captação da água que fica na barragem Ponte Nova, em Salesópolis, para abastecer o Spat.

A Sabesp informou que, juntamente com a Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos e o DAEE, avalia a utilização de um volume de aproximadamente 40 bilhões de litros da Barragem Ponte Nova. Este volume representa um acréscimo de 7,5% no Sistema Alto Tietê, que até ontem registrava 4,4% de armazenamento de água.

A represa Ponte Nova, segundo Benedito Rafael, é a maior barragem do Alto Tietê e poderá abastecer toda a região. Ele ainda fez uma avaliação sobre a situação do Spat, no qual foi alvo de notícias nesta semana, devido ao possível colapso em que pode entrar. "Está tudo sob controle. A reserva do Spat está com o volume dentro do previsto e aos poucos vai se equilibrando", afirmou. "Não existe possibilidade de colapso nos reservatórios. Os técnicos estão atentos a situação".

Sobre a possibilidade de captar água da Ponte Nova para o Sistema Alto Tietê, Rafael explicou que não há necessidade de grandes obras e que os serviços não devem levar nem um mês para ter início, a partir da autorização do DAEE. "Será necessário fazer apenas a montagem dos equipamentos para bombear a água até os reservatórios do Spat.

Silva, que também é membro do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, explicou que a situação preocupante é com relação a recuperação do volume perdido durante o período de baixa estiagem. "É preocupante a possibilidade de recuperação do que foi perdido. No entanto, é possível recuperar. Mas isso deve levar de 3 a 5 anos se chover muito", explicou destacando que a possibilidade de a região ficar sem abastecimento está descartada.

A reportagem do Dat entrou em contato com o DAEE, mas até o fechamento desta edição, não obteve retorno por parte do departamento.

Por Fernanda Fernandes - Fonte: Diário do Alto Tietê - 11/12/2014

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